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Hubble vai além novamente capturando aglomerado de novas estrelas em uma galáxia distante


Aplicando um novo algoritmo sobre dados provenientes de uma galáxia que sofreu ampliação por uma lente gravitacional, astrônomos obtiveram imagens 10 vezes mais nítidas das que o Hubble normalmente poderia oferecer por conta própria. 

Os resultados da análise com o novo algoritmo mostra a borda de um disco galático com estrelas recém-formadas. 

"Quando vimos a imagem reconstruída, dissemos: 'Uau, parece até que são fogos de artifício,'" disse Jane Rigby, astrônoma do Goddard Space Flight Center, da NASA, em Greenbelt/Maryland.

Essa galáxia está tão longe que a vemos como ela era há 11 bilhões de anos, apenas 2,7 bilhões de anos antes do Big Bang. Ela é uma de mais de 70 galáxias que foram ampliadas pelo efeito natural de uma lente gravitacional. Essas lentes gravitacionais estão sendo procuradas pelo Sloan Giant Arcs Survey, que repassa os alvos ao grupo de estudos do Hubble, que prontamente aponta o telescópio para as lentes afim de receber imagens mais nítidas de galáxias distantes com o auxílio dessa técnica. 

A gravidade de um conjunto gigante de galáxias entre a galáxia alvo e a Terra distorce a luz da galáxia mais distante, esticando-a em um arco e ampliando-a quase 30 vezes. A equipe teve que desenvolver um código de computador (algoritmo) especial para remover as distorções causadas pela lente gravitacional e revelar o disco galático como ele é.


[Tradução: Diogo Furlan - no Facebook/Instagram como: @difurlan1] 


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