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Descoberto MAIS UM ASTEROIDE que passa de raspão na Terra

Esse é o terceiro em uma semana.


  Diagrama orbital da aproximação do asteróide 2016 RB1 a Terra em 7 de setembro de 2016. Crédito: Banco de Dados NASA / JPL corpo pequeno.



Enquanto a Nasa se prepara para enviar uma nave espacial para um asteroide, uma outra rocha espacial fez uma visita surpresa a vizinhança da Terra. O pequeno asteroide recém-descoberto, chamado 2016 RB1, passou com segurança pela Terra, aproximadamente 38.463 km de nosso planeta. Isso é além da órbita de muitos dos satélites de comunicações, mas perto demais em se tratando de distâncias cósmicas. Praticamente de raspão.

O asteroide foi descoberto na Segunda, dia 5 de Setembro pelo Telescópio de Pesquisa Lemmon, em Tucson, Arizona. Estima-se que 2016 RB1 tenha entre 7.3 por 16 metros de comprimento, que é apenas um pouco menor do que o meteoro Chelyabinsk, que explodiu sobre o Norte da Rússia em Fevereiro de 2013, estimado em 17 metros de comprimento.

                                (Meteoro Chelyabinsk, em Fevereiro de 2013)

Hoje, dia 8 de Setembro, a NASA espera conseguir lançar a Missão OSIRIS-ReX, afim de estudar o asteroide Bennu e retornar com amostras dele até 2023. Com a missão, cientistas esperar aprender mais sobre a formação e evolução dos asteroides e Sistema Solar como um todo.

Abaixo vemos um gráfico comparativo entre o pequeno asteroide 2016 RB1 com outros objetos:





Alguns observadores foram capazes de rastrear o asteróide, incluindoGianluac Masi do projeto Telescópio Virtual, e Ernesto Guido do Observatório Remanzacco.




2016 RB1 é o terceiro asteroide que passou entre a Terra e a Lua no mês de Setembro de 2016. O Asteroide 2016 RR1 (reparem que esse é outro) passou a 32% da distância da Lua a Terra no dia 2 deste mês. Poucas horas antes o asteroide 2016 RS1 também passou próximo, a 48% da distância da Lua a Terra.


A partir da sua órbita, os astrônomos determinaram que 2016 RB1 é provável um asteróide Aten, um grupo de objetos próximos da Terra que cruzam as órbitas da Terra, Vênus e até mesmo de Mercúrio.


Além da assustadora proximidade que RB1 passará da Terra (38 mil km), permanece um alerta vermelho para a qual a sociedade mundial teima em fechar os olhos: a necessidade de um amplo e poderoso programa para detecção de objetos celestes em trânsito.


[Tradução e Adaptação: @difurlan1]



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